Atacama Full Style – parte 2

Maio 9, 2007

A região que compreende o norte do Chile e o sudoeste da Bolívia possui uma das paisagens mais atípicas da Terra – os Salares. São planícies onde durante milhões de anos foram depositados sais minerais, que acabaram sedimentados numa paisagem completamente surreal. É famoso o Salar de Uyuni, na Bolívia, cuja brancura omo reflete o céu no solo. O maior salar do Chile é o do Atacama. Como não poderia deixar de ser, todas as agências fazem passeios ao local, geralmente continuando com as não menos belas Lagunas Altiplânicas de Miscanti e Miniques, situadas a 4.000 metros de altura.

No caminho, encontramos algumas lhamas pastando.

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Momento Agora Vai Channel: a lhama é a variação doméstica da vicunha.

Ao chegar ao Salar, há uma trilha demarcada para os visitantes.

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Logo à entrada do parque, encontra-se a Laguna Chaxa, onde vivem grupos de flamingos e outras aves, como o sandpiper.

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Aqui, um sandpiper curte a água gelada da laguna.

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Flamingos chegando e procurando artêmias na água – pequenos crustáceos (0,5 cm) dos quais eles se alimentam.

Momento Agora Vai Channel 2: como o salmão, o flamingo na verdade é branco – sua cor rosada se deve ao caroteno encontrado em sua alimentação.

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Aqui, um sandpiper após uma aterrissagem forçada.

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Mais aspectos da laguna e da trilha, que dá uma boa volta pelo local, possuindo mirantes onde há placas contando um pouco das características do lugar.

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Finda a visita ao salar, fomos para as Lagunas Altiplânicas. A 4.000 metros de altitude, uma boa preview da altura dos Gêisers do Tatio.

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As lagunas são de um belíssimo azul profundo, ainda mais espetacular devido à limpidez atmosférica. Esta abaixo é a Laguna de Miscanti, a maior e acompanhada pela montanha de mesmo nome.

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No caminho para Miniques, ao lado de Miscanti, encontramos um grupo de vicunhas pastando. A vicunha, por ser a espécie original e, portanto, selvagem, é bem mais agressiva do que a lhama.

Momento Agora Vai Channel 3: existem quatro camelídeos no Atacama – lhamas, alpacas, vicunhas e guanacos. Os dois primeiros são as espécies domesticadas e os últimos, as selvagens.

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A vicunha se alimenta desta vegetação – a “flor” de puna, que possui umidade considerável em suas folhas.

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Abaixo, a Laguna Miniques e sua montanha.

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Na volta, uma parada no pueblo de Socaire para o almoço.

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A igreja local e o sistema de terraços utilizados para agricultura.

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Vende-se placas de trânsito. Tratar em Socaire.

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Após o almoço, uma caminhada no Vale do Jere, em Toconao. Devido à passagem de um riacho pelo local, o vale tornou-se fértil e é usado para o cultivo de subsistência de várias árvores frutíferas. A verdejante paisagem até destoa do Atacama.

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No pueblo de Toconao, a igrejinha típica. Também é comum que o campanário (a torre do sino) seja uma estrutura à parte da construção principal.

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Finalmente, uma lhaminha de estimação de uma senhora. Não é uma graça?

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A seguir: Arqueologia para principiantes.