Creio que muita gente já deve ter ouvido falar – saiu no Ancelmo Góes há uns dois meses – que as palmeiras Talipot (Corypha Umbraculifera) plantadas no Aterro do Flamengo na época da sua construção em 1960-1965, estão florindo, proporcionando uma visão de rara beleza.
Parênteses: para mim, o Aterro, projetado por Burle Marx, foi a última obra decente feita no Rio de Janeiro, e já se vão quase 50 anos…
O problema é que essa espécie, originária do Sri Lanka e sul da Índia, só floresce uma vez na vida, entre os 30 e 80 anos de vida, e depois morre.
Sendo assim, para que esse momento não se perca, vão aqui algumas fotos do Luiz Eurípides, meu colega de trabalho e atual discípulo numa atividade que ele vai me substituir e gostar muito.



Namastê (“adeus” em hindi)…
Escrito por Arthur 
